Pilhas de cartas e manuscritos descobertos após a sua morte revelam que Faulkner nunca abria a correspondência enviada por leitores e admiradores. Ao contrário, as cartas dos editores abria-as com todo o cuidado, não fossem elas conter um cheque e ficar inutilizado. Conrad odiava Dostoievsky por ser russo, e por achar que o autor de
Crime e Castigo era louco e confuso. A simples menção do seu nome provocava-lhe ataques de fúria. Isto e muito mais em
Written Lives, do espanhol
Javier Marías (ignoro se existe tradução portuguesa), acabadinho de me chegar às mãos e que não hesito em recomendar.