RENTES DE CARVALHO.
A entrevista chega, de facto, a ser enervante, como
aqui foi dito. Mas o entrevistado, J. Rentes de Carvalho, que leio desde os tempos da Periférica e agora sigo no
Tempo Contado, é um senhor. É o maior escritor português vivo? Não li um único dos seus romances (só há pouco se tornou possível adquiri-los graças à reedição da Quetzal e fora de Portugal é quase impossível encontrá-los), e mesmo que tivesse lido provavelmente não saberia responder. Gabo-me, no entanto, de ter sido dos primeiros
bloggers a chamar a atenção para a excelência da prosa de Rentes de Carvalho, que em boa hora o
Francisco reeditou.